terça-feira, 15 de junho de 2010

"Irmãs"

Contigo sei que há um "amo-te" sincero e verdadeiro, contigo sei que há os momentos mais divertidos e animados, contigo sei que há uma paixão descomunal impossível de partir ou sequer rasgar. Contigo sei que posso contar tudo o que sei e que me deixa em baixo, e tu com a tua sabedoria, ajudas-me a recuperar e ao mesmo tempo fazes-me perceber tudo o que eu não percebia ou nem queria perceber.
Isto que nos liga é mais que uma amizade forte. É maior do que liga a necessidade do Sol à Lua, é maior que a necessidade que as pessoas ao oxigénio, é maior que tudo. É amor de irmãs e isso nunca mudará. Contigo não haverá motivos para eu recair. Contigo haverá sempre um sorriso, pequeno mas bem vincado, com sentimento e nunca forçado. Contigo é tudo perfeito, é tudo possível, é tudo completo e realizado.
Nunca haverá um fim neste amor anormal, enorme e sincero. Nunca haverá um fim por mais que muitas pessoas o queiram e eu passo a citar o porquê: Porque as irmãs, irmãs de sangue nunca se separam, mesmo que estejam chateadas, porque há sempre algo que as liga; uma memória, uma fotografia, um texto num papel amachucado ou numa camisola branca, uma música. E a nossa amizade ou amor, como queiram chamar, é tal e qual. Porque mesmo que nos zanguemos, temos sempre a memória de o nosso último dia juntas, a nossa fotografia, o texto que eu te escrevi ou o texto que tu me escreveste a mim na camisola, e a nossa música. Resumindo isto: é para sempre. Tu és... praticamente tudo. És tipo a última peça do puzzle da minha felicidade, és tu e mais ninguém!
Eu amo-te por aquilo que és e não quero que mudes, porque foi assim que eu me apaixonei por ti e cresceu este amor de irmãs.
somos tal e qual irmãs... tu a mais velha e eu a mais nova.


AMO-TE!
(este texto foi dedicado à Catarina Gaspar, porque a nossa amizade é assim, amor de irmãs)

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